Sou um
sonhador libertino Encontro meus monstros na noite E os abraço com meu sonhar... Os procuro no meio do nada Para a qualquer hora do dia Os libertar ...com minhas tintas ao pintar... Em meus pincéis e
trinchas E um mundo multicolor de tintas Me reconheço, no meu poesiar habilmente. .. Tudo o que minha alma bota p'ra fora Serei eu fera...serei monstro?!... Sou pois...este eterno sonhador...somente. .. Pinturas de
traços , atrevidos É meu amontoado de sonhos Que traço nas telas ...com prazer... Não importa o que os outros pensam Se tem fundamento... o meu fazer... Serei pois na
verdade o louco Que muitos pensam...sem se atrever a dizer?!.. Pois que pensem ...que digam.. Eu vou continuar, a ilustrar meus sonhos E assim continuar, na minha vida ....A VIVER !...
Poema de autoria de: Quina Custodio ( Ventania Poética Beirã♡) Com foto de Carlos Saramago ...da autora Quina Custodio (Ventania Poetica Beirã♡)
Enrroscada ao mafarrico
Poema; Isa Lisboa
Tela: Carlos Saramago
Sabia que havia de querer fugir
E que havia de querer ficar
Caminhava
Não segura, a esconder ser formosa
A tentar parecer firme
Um pé decidido, outro hesitante
Fingia que não te sabia
Fingia que não me via
Porque não me queria saber
Mas tu sempre à espreita
Esperavas o vacilo
Ofereceste-me um pedaço de fogo
E eu, cansada do inverno
Parei e queimei.
E agora pergunto-me o que vai ser de mim?
Para onde ir a seguir
E quem ser?
Apertas-me mais a ti.
E por ora deixo-me estar
Enroscada a ti,
Mafarrico.
Poderei ser tua mulher... ou posso ser tua mulher em vez de... ? Poderei ser a tua mulher… Ou posso ser a tua mulher em vez de…? Em vez de ser o corpo por que esperas Para matar o teu desejo tão animal Tão quente, irracional Que me suga a alma Da quimera Que vive dentro de mim… E a cada vez que nos entrelaçamos Como feras E agora…? Que poderei ser eu além do suor da luxúria… Poema by Patricia Manique Robalo
Carlos Saramago | O lógico e o irracional Massimo Esposito | O olhar
As Exposições estarão patentes até ao dia 9 Março.
Galeria baag - Rua João de Freitas Branco, 16, loja D, em Lisboa.
Beija-me Cala-me o coração Que não sabe Se fuja Se bata mais depressa Beija-me Cala-me o calafrio Que percorre a espinha Quando me olhas Como se me tocasses Beija-me Cala-me as mãos Que querem percorrer-te Mas não sabem se Beija-me Cala-me os lábios Que falam Dúvidas Que querem ser caladas. Beija-me. Cala-me. ♡Poema By Isa Lisboa ♡ Isa Lisboa
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